Como filho de Rio Verde, produtor rural e apaixonado pelo nosso município, acompanhar a implantação do Terminal Intermodal da Ferrovia Norte-Sul na cidade representa muito mais que o desenvolvimento do Agronegócio. Representa um marco histórico para Rio Verde e o estado de Goiás e uma 

Lissauer Vieira no terminal intermodalrevolução para o nosso setor produtivo. As vantagens dessa plataforma operar em Rio Verde, na região Centro-Oeste, coração do Brasil, não são poucas. E digo que os frutos desse investimento trouxeram benefícios muito promissores. Acompanhei todo o acordo para que esse terminal se instalasse em nosso estado, participei de reuniões com o Ministério da Infraestrutura, estreitei o diálogo com os poderes públicos, entidades classista e iniciativa privada e posso dizer, com propriedade, que desde que o processo foi iniciado, em 2019, até o início das obras, que foi em fevereiro de 2021, tudo aconteceu com muito empenho graças às parcerias firmadas em diversas frentes. Prova disso é que a construção ficou pronta em tempo recorde: apenas um ano e cinco meses, em meio a uma pandemia.

A operação dessa plataforma transformou a logística de escoamento da produção do campo e das indústrias e ampliou a competitividade de toda região Sudoeste, uma vez que o empreendimento liga o Centro-Oeste e Norte do País com a malha paulista e o Porto de Santos. A capacidade de transporte do terminal é de 11 milhões de toneladas por ano, com movimentação de cerca de 1.200 caminhões por dia no local.

Isso representa mais capacidade de crescer e aumentar a pujança do Agronegócio e Agroindústria, com atração de mais investimentos a médio e longo prazo. De imediato, o empreendimento já contribuiu para colocar Rio Verde entre os cinco municípios que mais geraram empregos formais no Brasil no primeiro semestre de 2020, ficando em 23ª posição no ranking nacional, ao fim daquele ano. Desde a sua construção até o lançamento, em julho de 2021, foram criados 4.642 novos postos de trabalho e hoje vem crescendo largamente. 

Quando se tem projetos bons e respeito com o dinheiro público, a iniciativa privada acredita e investe, fazendo o Brasil girar e crescer. Foi o que aconteceu quando a Rumo Logística assinou a concessão da ferrovia Norte-Sul – trecho entre Porto Nacional (TO) e Estrela D’Oeste (SP), totalizando 1.537 km de extensão, no valor de R$ 2,7 bilhões. Em seguida, investiu R$ 400 milhões em Rio Verde, construindo o terminal intermodal, o segundo maior do Brasil e o maior de toda a ferrovia. Hoje, essa plataforma é uma das mais eficientes do país pelo uso das melhores tecnologias do mercado e pela sua localização estratégica.

Articular e testemunhar diversas reuniões e encontros com o poder público e entidades classistas para que esse terminal hoje seja uma realidade, é uma vitória que muito me orgulha. Não só como produtor rural, que enxerga e colhe claramente os benefícios e as possibilidades advindas desse investimento; mas também como cidadão rio-verdense, que ama essa terra de gente trabalhadora, capaz, que não mede esforços para prosperar e colocar a cidade nos holofotes do desenvolvimento brasileiro. 

Esse complexo é um grande hub logístico de Goiás, responsável por consolidar o estado no mercado interno e externo, atendendo diversos clientes em diferentes cadeias produtivas. Isso representa o presente e os sonhos que temos para o nosso futuro.

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